Critica: Cidades de papel

Até onde você iria pelo seu amor?


Que os livros de John Green é um sucesso isso é certeza! Mas e suas adaptações para cinema? A culpa e das estrelas é um livro sucesso em vendas em todo mundo, com a história de “Hazel Grace”, uma menina com câncer que lutava para viver por causa de seu câncer e acaba conhecendo o grande amor de sua vida, “Augustus Waters” História linda e encantadora leia mais aqui, em seus livros John sempre trata o amor juvenil e mais uma vez ele acerta em cheio em “cidades de papel”.

Conhecemos Quentin Jacobsen (Nat Wolff), uma criança que logo cedo começa um amor por sua recém-vizinha Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne) Jacob como é chamado pelos seus amigos e conhecidos cresce ao lado de margo e vive as travessuras e loucuras infantis, em um belo dia ele se recusa a sair com ela para suas “investigações” que para sua tristeza ela não o chamará mais no futuro. Os anos se passam e margo fica espetacularmente linda! Afinal estamos falando da beleza de Cara Delevingne, o amor de Jacob por margo a cada dia se distância ao passar dos anos e ele acaba vivendo seu mundinho com seus amigos focando nos estudos.
Ele acaba aceitando sua vida normal e rotineira que vive ao passar do tempo tentando esquecer de uma vez sua amada, até que em um dia margo aparece em sua janela e o leva para fazer nove missões em uma noite se vingando se seu ex-namorado, ele passa seus melhores momentos de toda sua vida ao lado de sua amada aonde ele o admira a cada momento, no dia seguinte margo some e vira uma incógnita deixando pistas, que Jacob tentara desvendar para aonde foi sua amada.
Filme demonstra que as aparências enganam e que uma paixão platônica e viciosa pode se surpreender, e que o amadurecimento de um jovem se define de suas decisões, e que os amigos é a fonte de novas energias, filme que surpreende mesmo sendo com uma leve passagem rápida aonde comprova que John Green pode surpreender e ainda trazer mais belas histórias.

Nota: 7,5

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Sobre: Diones Santana

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